domingo, 19 de junho de 2011

Adeus

O adeus é como uma faca cravada em meu coração.
A morte é dolorosa, porém rápida.
É como morcegos após uma noite longa, que mesmo desejando permanecer para assistir ao nascer do sol, devem partir.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O brilho da lua


E nestes dias tão sombrios, lembro-me da lua.
Que mesmo só, não deixa de transparecer a luz de um astro maior.
Forte, sobrevive no espaço monótono que assombra meus sonhos.
Os sussurros, dificuldades, são ignorados, e ela os torna agentes do bem.
E quando o eclipse aproxima-se, luta para que seja rápido.
Pois seu brilho deve manter, para amantes o valor da vida perceber.
Sua força invejo, mas o que é a lua comparada com um humano?
Talvez iguais. Ambos querem brilhar tão intensamente como aquele que lhe fornece a luz.

Perda

Os dias passaram despercebidos, e a dor aumentara.
O coração pobre, falece.
Dúvidas, problemas, nostalgia, tornam-se corriqueiros.
A perda da identidade, rouba as esperanças de um futuro glorioso.
O valor da vida desaparece, e sua busca adormece.
Tomada pelo medo e insegurança, o desejo do fim dominou-me;
E a fé, escapou-me.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Campo de batalhas

E hoje só tenho a dizer o quão o amor é surpreendente. Um campo de batalhas, uma guerra de emoções.
Quando se ama de verdade, percebe-se bem depois. Os outros acabam vendo isso em você, enquanto seu coração está cego, aéreo, fora de si. Tantos atos, palavras, que àqueles que não o vivem teriam certeza, no momento, do que sentem. Enquanto os amantes descobrem tarde demais.
Mas talvez o amor tenha de ser assim, difícil, impossível; O tornam apaixonante. Seres humanos gostam de desafios, e o verdadeiro é de fato.
O sentimento mais belo do mundo, encontra-se no coração ou na alma? Creio que vá além de nossos corpos, ultrapassa limites, transparece em espiríto. É o mais poderoso, mais gentil, o mais cuidadoso, o mais honesto, e o mais perigoso.

sábado, 23 de abril de 2011

Versos soltos.

Um pássaro sem asas, uma espada sem corte, um ser sem espírito.
Uma vida sem amor, um amor sem vida.
Os fortes sobrevivem, os fracos e medrosos, desistem.
Os desejos, vícios, futilidade e inveja impedem caminhos.
O julgamento enlouquece mentes, assim como ideias distintas.
Os poucos que mantém a fé, em consciência, triunfam.
A vida pode ser um tanto confusa e injusta, e luta para destruir os justos e leais.
Sangue destrói sangue, lágrimas escorrem.
Nestes pequenos versos soltos só quero lhes mostrar,
O quão perto estamos deste mundo terminar.

terça-feira, 15 de março de 2011

Meras palavras

Não sou escritora, escrevo pelo simples prazer de ver como poucas palavras descrevem sentimentos tão belos e opiniões tão fortes. Há tempos não apareço aqui, por medo, preguiça, agenda lotada. São desculpas que sempre vem à tona, quando tento explicar minha ausência.
Vivo, muitas vezes, aqueles momentos que penso que tudo está ruim. Que não tenho talentos, e não faço nada para ajudar a sociedade. Leio alguns posts deste blog, e me sinto idiota, a vontade de apagá-los domina-me, mas algo me impede. Talvez seja o fato de doer dentro de mim, de pensar que ao mesmo tempo que os apago, apago memórias de meu coração.
Admito, que gosto de poucos que aparecem aqui, mas talvez, no momento que os postei eles tinham uma importância em minha vida. E a vocês que criticam-me, leiam, interpretem o que escrevo, e tentem entender realmente o que quero dizer. Pode ser o pior texto que já viram, em suas vidas, mas o significado dele é muito maior do que meras palavras.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

just only day bad

Dias assim, que odeio a mim e a todos, com medo.
Dias em que eu quero fugir, e nunca mais voltar. 
Dias em que quero ficar sozinha, sendo o que sou, sem sentimentos, solitária. 
Dias que eu penso que tudo acabou, que não há saída.
Dias em que lágrimas escorrem por meu rosto, e não posso contê-las.
Dias como este, ruins.
Que eu preciso de esperança e confiança.
Que eu preciso de astral, e amor por mim mesma.
Que eu preciso vencer a vida.
Porém, sinto que não tenho mais forças para lutar, e infelizmente lhes admito:
Estou perdendo.

domingo, 9 de janeiro de 2011

♠

A vida é cheia de novidades, surpresas, choques.
Nem tudo é como parece...
O que você pensava ser, não era.
Aí se decepciona, e passa a temer o mundo.
(...)
Então, não leve a vida desta maneira,
e pense que surpresas são necessárias..
Planeje se surpreender.
Boas ou ruins,
no momento podem ser o fim ou o começo do mundo,
mas logo passam, sentimentos repentinos.
Aproveite, aprenda, viva!
Seja mais você!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

1 Coríntios 1, 1-13

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Bons tempos - 2010

Adiei o máximo que pude, mas hoje, último dia do ano de dois mil e dez, vejo que não há mais tempo. Então, só tenho a agradecer. Aos acontecimentos, bons que ruins, que por algum motivo vivenciei; Ao crescimentos, batalhas e às quedas; Ao amor, amizade, fraternidade, confiança, decepção, alegria, tristeza, harmonia; A Deus, tudo.
Não há palavras para descrever o quanto este ano fez bem a mim. Hoje vejo, o quanto foi certo dar valor até mesmo as coisas ruins, pois me ajudaram a crescer. Foi um período de mudanças, descobertas, farras e responsabilidades. Senti o que é ser adolescente, e vi o que é ter amigos verdadeiros. Foi o último ano na cidade em que nasci e 2011 será o começo de uma nova jornada, então talvez seja por isso que eu tenha curtido tanto 2010.
As amizades que fiz e cultivei, vou levar para sempre comigo. Vocês que me escutaram, me ouviram, choraram, riram, curtiram, caíram, levantaram, trocaram olhares, palavras, gestos, sentimentos; Obrigada. Alguns por perto há muitos anos, e outros foram chegaram em 2010. São eternos, maravilhosos, e sem vocês seria muito diferente.
Há quem ache isso muito clichê, eu mesma acredito que seja, porém, não vejo outra maneira de homenagear vocês, que me fizeram tão bem. Todos fazem retrospectivas e homenagens de fim de ano, mas saibam que não importa quem faz, e sim, com que sentimento faz. E o meu a vocês é de amizade, confiança e amor. Desejo a todos um ótimo 2011, e lhes digo que não importa o que aconteça, levarei vocês sempre comigo em meu coração.